Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Segunda-feira com um encontro delicioso com uma pessoa raríssima e especial!

Boa noite meus caros leitores e minhas caras leitoras!
Hoje à noite tive o prazer de conhecer um cavalheiro muito interessante. Chamou-me a atenção pela franqueza, transparência, objetividade e inteligência. Aliás, ser objetivo neste universo de asnos tergiversantes pode ser, praticamente, considerado um sinônimo de inteligência.
Enfim, cheguei ao hotel no horário combinado e ele estava me esperando ao som de boas músicas! Antes de eu voltar para casa até a apaixonante "Paixão" dos gaúchos Kleiton e Kledir tocou.
Ele me falou abertamente sobre sua vida, predileções e relacionamento afetivo. Disse-me também que acompanhou meu site e um pouco da minha trajetória via matérias da imprensa.
Após um bom tempo de papo fomos ao quarto! O primeiro beijo foi fervoroso, tirei meu vestido, soltei os cabelos, ele tirou a minha calcinha, pediu-me o que eu gostava e respondi com franqueza: "Tudo".
Ele tirou a cueca e só de roçar no pau duro dele já fiquei excitada! Eis que ele resolveu me chupar! Uau, que delícia!
Chupei-o e ele me perguntou se eu não queria subir naquele seu pau gostoso, então ele pegou a camisinha e eu meti o pau dele na minha boceta! Gozei várias vezes e fiz squirts também!
Falei ao seu ouvido que queria que ele gozasse na minha boca, mas comesse meu cu antes. Fiquei de quatro e ele atolou gostoso em mim, gozei mais umas 3 vezes e ele, que estava se controlando, acabou gozando também.
Após, ambos realizados, tomamos uma ducha e ficamos na sala conversando bastante, em especial sobre assuntos afetos à realidade que ele está vivendo num relacionamento que, ao que me pareceu, traz consigo uma síndrome de mártir, aliado à uma paixão regada à inocência. Da parte dele, ao que deduzo, mas admirei-o pelas suas boas intenções e fé na evolução humana. Um homem apaixonado é indulgente, não existe amor ser indulgência, isso é um fato.
Admiro pessoas raras como ele, mas há anos e a custas de muito sofrimento (como foi a maioria da minha trajetória de vida e história), aprendi uma coisa que uma frase, atribuída ao pensador Confúcio, sintetiza: "Se queres prever o futuro, estuda o passado."
Mas, com certeza isso não é uma verdade universal, aliás, não existem verdades universais, exceto a dita por Einsten que refere que duas coisas no mundo são infinitas, o universo e a ignorância humana. Havendo dúvidas quanto a infinitude do primeiro...Risos... 
Bem, vou descansar a beleza, pois o sono chegou cedo hoje! Amanhã pretendo dar início a organização do lançamento oficial do meu livro aqui em Brasília!
Durmo feliz por ter conhecido um homem tão autêntico, livre de mimimis, corajoso e, claro, muito bom de cama!
Beijos de luz!

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